quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Soneto a Maria

Maria, minha amiga
Finalmente aparecestes, Maria
Ja espero de outras vidas
Vosso afago de energias.

Os bons ventos substânciam
O Tempêro vivo da amizade
Gosto bom de simplicidade
Na boca amiga, se harmonizam

Tens a força de mil mares
Que dentro de ti corre
Abrilhante seus olhos, repares!

O quanto és, sempre será
Mesmo em dúvida encontrará
Muita luz, em quaisquer lugares!

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