se gabando por estar em moedas
de ouro,
seu irmão gêmeo brilha no vácuo
do universo paralelo, o sol!
o verde é o último a morrer
e o primeiro a nascer
das árvores
com a esperança no colo, triste e perplexa.
A cor púrpura, pula travessa
em pescoços
mordidos e chupados
e nasce dos murros e brota das flores.
O vermelho corre nas veias
e nos olhos de quem tem ódio
e jorra pelos cantos
enquanto uns outros
o irradiam também
através de pessoas que pulsam
poesia, se enfeitam com batom
e se abrilhantam de paixão.
Ah, o branco e o negro.
Ambos com seu caos e luminscencia,
guerreando e se amando
sem nexo e sem pena.
Ah, ah ah!
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