quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Aurora

Li mão com mel
li tua mão...
e assim o meu céu
não é o não
nem o mesmo.
quando o luar de cancêr
trocar a burca por calcinha preta
e uvas,
te direi que minha reza
sempre foi o desejo de encontrar-te nua de medo.
Assim dizia sem heresia
minha intuição,
quando ouvia o coração
e a vitrola sincronia circular,
esta pororoca estrelar
que é o sofejo trovejo
de te tocar.

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